Sem fé cega nos experimentos de Milgram & Zimbardo, uma certa desconfiança das experiência sempre pairou sobre mim. Foi interessante desta forma ler humanidade e ver novas perspectivas. Não que eu conclua que o ser humano é bom, longe disto... Longe de ser um Scholar, como George Minois, Peter Burke. Falta consistência em alguns momentos.. mas a leitura é divertida.
O livro é “tese-first”. Ele não “descobre” nada ao longo do caminho; ele martela uma conclusão desde a primeira página e depois seleciona evidências que servem à narrativa. Ele não é o Sapolsky.
Mas foi interessante a perspectiva que me deu um insight sobre o trabalho. O modo ágil de execução de projetos. Tudo se encaixou bem melhor, entendo a ideia de cooperação melhor, como e por que as vantagens se constroem.
A hierarquização também não é fundamentada da forma que algumas vezes concebemos, a força do grupo, a construção coletiva do conhecimento, a solidariedade, muitas vezes trazem melhores resultados...
Mas sobre o livro, não é imperdível.
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